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VINTE ANOS COMENDO MINHA MÃE

Por: Giltozzi - Categoria: Incesto

          ‘Hereditariedade’ é uma palavras que me assusta porque a Medicina acredita que muitas doenças são hereditárias. Explico o porque da minha preocupação: meu pai aos 40 e poucos anos já não dava mais no couro e não havia o que resolvesse o ‘problema’ dele. Mamãe tentou de tudo, desde os vasodilatadores até as bebidas milagrosas, passando, claro, pelas simpatias e chás de alecrim e de raiz de catuaba. Nada adiantava porque meu velho não tinha mesmo era interesse na buceta de minha mãe. E de nenhuma outra mulher. Quem me contou o que acontecia foi Célia, minha irmã mais velha a quem minha mãe confiava essas questões. E Célia certo dia me fez a revelação, quando eu estava com 18 anos. Minha mãe (Marlene) estava então com 47 anos e era dessas mulheres bonitas sem precisar de artifícios e ajuda de salões de beleza que ela pouco frequentava. Ia só para cortar o cabelo e mais nada.
          Meu pai, seu Agenor, tinha um comércio de material elétrico na cidade de 60 mil habitantes em que morávamos. Ele fazia parte da Associação Comercial do município, onde ia pelo menos três vezes por semana depois de fechar a loja. Minha mãe chegou a imaginar que ele tivesse uma amante, mas se enganou. Célia constatou que o velho ia mesmo às reuniões onde se discutia os problemas da cidade e política em geral. E só havia duas mulheres na associação, ambas comerciantes já beirando os setenta anos, solteironas e feias pra caramba. A verdade é uma só: seu Agenor não gostava da fruta. Mamãe teve paciência porque assim era seu marido e se conformou por algum tempo.
          O problema é que minha mãe era, como eu disse, uma mulher bonita e gostosa que conservava um belo corpo, seios, coxas e a bunda maravilhosa. Estou falando isso porque cansei de bater punheta pensando no rabo da minha mãe. Engraçado era que, minha irmã, muito mais nova, nunca me despertara interesse. Já dona Marlene, minha mãe, mal imaginava que eu a cobiçava, assim como o vizinho seu Sílvio, homem casado que morava em frente de casa e que sabia os horários que minha mãe ia à padaria ou supermercado e sempre dava um jeito de cruzar com ela. A paquera era descarada. Sílvio era um homem até apresentável e minha mãe contou para Célia que chegou a pensar em ter um caso com ele porque estava na há meses sem saber o que era sexo. E havia ainda tio Antônio, irmão de meu pai e também casado, que chegou a convidar minha mãe para sair com ele. Minha mãe respondeu que se o cunhado insistisse contaria para a concunhada. Não culpo nenhum dos dois pelo assédio, muito pelo contrário, mamãe era irresistível.
          Todos esses fatos me foram relatados por minha irmã e só serviram para aumentar ainda mais o desejo que eu tinha por minha mãe. Quando Célia casou e se mudou eu e minha mãe passamos a ficar mais tempo sozinhos e as ideias pululando na minha cabeça. Pouco a pouco fui me tornando mais afeiçoado a minha mãe, cheio de mãos e de carinhos. Ela devia achar que eu era um filho muito carinhoso e mal sabia que eu disfarçava e a soltava quando o pau endurecia. Aí eu corria para o meu quarto para me masturbar. Numa dessas ocasiões minha mãe entrou no meu quarto e me pegou batendo punheta, de olhos fechados pensando nela. Só percebi a presença dela quando mamãe disse: “Desculpe, Bruno. eu devia ter batido na porta antes de entrar”. Não consegui falar nada e ela só pediu para eu descer e tomar uma vitamina que ela havia preparado. Não tocamos no assunto nesse dia.
          Meu tesão por minha mãe só aumentava e para ajudar estávamos no verão e mamãe gostava de usar aqueles vestidos leves e soltos. Eu em casa aguardando o resultado do vestibular que havia prestado em uma universidade numa cidade vizinha estava sempre rodeando minha mãe, abraçando-a por trás em abraços cada vez mais demorados. Mamãe não achava ruim, apenas, depois de um minuto eu colado a ela me dizia: “Bruno, tenho mais o que fazer, filho”. E procurava se soltar do meu abraço me empurrando com a bunda, por vezes até rebolando. Eu saía e ia direto para meu quarto punhetar.
          Exatamente no dia em que recebi a notícia que havia passado em terceiro lugar no vestibular para Administração de Empresas foi que tudo que eu mais queria aconteceu. Corri para contar minha vitória para ela que me deu parabéns, um abraço e beijos nas faces. Retribui o abraço apertando minha mãe com força e beijando-lhe a testa, os olhos, o nariz, faces e várias vezes os lábios. Até tentei um beijo de verdade, de língua, mas mamãe não aceitou. Talvez até porque percebera meu pau duro encostando na barriga dela. Foi aí que tocou o telefone e era minha irmã que já sabia que eu havia sido aprovado no vestibular e ligara para minha mãe para cumprimentá-la. Ficaram conversando, minha mãe em pé e eu a abraçando por trás, com as mãos nos seus seios, beijando seu pescoço e com o pau duro encostado na sua bunda. Mamãe até tentou me empurrar, mas sem muita convicção e continuei a provocá-la, levantando seu vestido e colocando meu pau no meio das pernas dela. Minha mãe inventou uma desculpa e desligou o telefone. Se recompôs, sentou no sofá e me pediu para sentar também perto dela e me contou estas coisas:
          -- Bruno, seu pai não me procura, sabe. E faz tempo. E sou uma mulher normal, que tem desejos como todas as outras. Nunca o trai em respeito a ele, a você e a Célia. Esperei que viesse a menopausa para eu me acalmar, mas passada a menopausa eu sou a mesma mulher com os mesmos desejos. E de repente você, que já é um homem, começa a me provocar desse jeito. Vou lhe pedir para que pare com isso porque não é justo e não é direito. Mãe e filho é incesto, não é normal. Eu o amo como mãe e assim quero amá-lo.
          -- Mamãe - disse eu - há anos que fantasio com você. Para mim você é a mulher mais bonita que eu conheço. Namoro a Verinha e você sabe que nós transamos, mas até nessa hora eu penso em você. Penso que estou transando com você. Pode ser errado, mas eu sou louco por você, mãe.
          Mamãe me abraçou e eu aproveitei para beijá-la, desta vez na boca. Ela não esboçou reação alguma e deixou minha língua se encontrar com a dela. Eu a levantei, ergui seu vestido e coloquei a mão em sua buceta, vendo que estava melada. Mamãe estava com vontade de foder. Puxei-a em direção ao quarto dela, tirei sua roupa, ela se deitou envergonhada, com o braço no rosto. Tirei a minha bermuda, abri suas pernas e, se é que pode haver respeito nesse momento, a penetrei. Mamãe deu um gemido enorme, gemido de prazer, bem alto mesmo. Depois outro e outro, me apertou contra ela e em menos de um minuto eu gozei dentro de minha mãe, enchendo sua buceta de porra. Ela, que já havia gozado, continuou no vai-e-vem gozando novamente. Depois se levantou, escondendo o rosto e foi ao banheiro.
          Esperei na cama minha mãe voltar e quando ela saiu do banheiro com uma toalha eu a abracei, retirei a toalha, a beijei na boca, a deitei novamente e deitei ao seu lado. Mamãe em silêncio acariciou meu rosto. e logo meu pau endureceu e voltei a meter com ela, desta vez uma foda prolongada que fez minha mãe gozar três vezes até gozarmos juntos como verdadeiros amantes. Na noite desse dia meu pai, como de hábito, foi à Associação Comercial e pude foder minha mãe mais duas vezes, na cama deles e percebi que ela estava mesmo sedenta depois de tanto tempo sem um homem.
          Eu e mamãe passamos a foder praticamente todos os dias. Chegamos a meter, em meu quarto, mesmo com meu pai (velho corno) em casa, num fim de semana. Com o tempo e com jeito (gel) passei a comer o cu de minha mãe, que jamais havia dado o rabo para meu pai. E as nossas variações eram as mesmas de todo casal de amantes pois fazíamos até 69. Mamãe jamais contou que fodia comigo para minha irmã. Quando fui trabalhar numa grande empresa em outra cidade, ou mamãe ia até onde eu morava ou eu a visitava e metíamos com gosto ainda maior. Casei-me e quando meu pai faleceu retornei a nossa cidade para tocar a loja que fiz crescer um pouco, mas sem deixar de sempre visitar minha mãe sob os mais variados pretextos e meter com ela. Nunca ninguém suspeitou de nós.
          Hoje, passados 20 anos, nossa relação incestuosa continua apesar de ser em ritmo menor. Mamãe envelheceu até que bem e está com 67 anos e muito gostosa ainda. Vou confessar a vocês leitores, que gosto de foder mais com minha mãe que com minha mulher. Só espero que agora, chegando aos 40 anos, eu não tenha o problema do meu pai e perca o tesão. Mas pelo jeito, enquanto mamãe viver isso não vai acontecer. Vou continuar comendo minha mãe até quando ela tiver oitenta anos ou mais.

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Ficha do conto
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Por: Giltozzi
Codigo do conto: 19396
Votos: 2
Categoria: Incesto
Publicado em: 01/05/2021

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